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Militares analisam as contas do Estado

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As associações militares estiveram mais uma vez, ontem, na Secretaria do Patrimônio, Gestão e Planejamento (Seplag) para receber os dados sobre as finanças, que justificariam ? segundo o governo do Estado ? a impossibilidade de dar o reajuste desejado pela categoria que está mobilizada desde o dia 12 de abril. Enquanto não chegam a um consenso, de acordo com representantes da PM, mais de 60% do policiamento realizado pela Força Tarefa em Alagoas está parado. ?A gente vai pegar números que o governo ficou de passar. Pelo que falou não haveria condições de conceder o reajuste de uma vez só. Então a nossa equipe de técnicos vai avaliar esses números para ver se realmente essa informação do governo confere com a realidade do balancete do estado?, afirma a presidente da Associação dos Bombeiros Militares de Alagoas, tenente-coronel Camila Paiva. ?Nossa proposta era inicialmente 29%, a gente reduziu para 12%, só que o governo não recuou na proposta dele que pode até ser os 12%, mas para dividir o reajuste em quatro anos. Ele concedeu aos agentes penitenciários e aos policiais civis 24% de uma vez a contar de dezembro desse ano, e aos delegados 29% para conceder também de uma vez a contar de janeiro de 2019 e para a gente 12%, que é menos da metade e quer dividir em quatro anos?, declarou Camila Paiva.

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