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Taturanas vão às urnas em 7 de outubro

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Um dos casos mais emblemáticos envolvendo crimes praticados por deputados alagoanos é a chamada Operação Taturana, de 2007, que apurou desvios de aproximadamente R$ 300 milhões na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), em 2017. Vários dos acusados, inclusive já condenados em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), têm ignorado as sentenças e recorridos a cortes superiores como forma de manterem seus direitos políticos e assim concorrerem às eleições gerais deste ano. Vários deles considerados inelegíveis pela Lei da Ficha Limpa, que impede candidaturas de condenados em segunda instância, já anunciam pré-candidaturas e seguem naturalmente em campanha. A lista inclui os parlamentares federais Arthur Lira (PP) e Cícero Almeida (PHS), os deputados estaduais Isnaldo Bulhões Júnior (PDT) e João Beltrão (PRTB). Todos eles já foram condenados pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. Outro que figura como réu é o deputado Antônio Albuquerque (PTB), mas que ainda não foi julgado. O caso Taturana também envolve diversos outros políticos, à época deputados estaduais, alguns ocupando cargos públicos, como é o caso do atual prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves (PP).

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