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Campanha em família pode minar candidatura de Vieira

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A oposição ao governador Renan Filho (MDB) continua ?batendo cabeça? e buscando o nome que irá para a disputa majoritária. O último sondado, o presidente da Câmara de Vereadores de Maceió, Kelmann Vieira (PSDB), que ainda está em seu tempo de análise do presente e futuro político, ainda não deu sinais a ninguém se aceitará a missão do partido. Nem aos amigos mais próximos e nem na própria casa que preside, ele deixou escapar nada. Ainda assim, o vereador vive um dilema: se for candidato pela oposição, pode ou não prejudicar a esposa, Flávia Cavalcante (MDB), candidata a deputada estadual com o apoio do Palácio República dos Palmares? O problema se torna ainda mais complexo porque, se aceitar ser candidato, hoje com o cenário desfavorável para a vitória, só faria sentido se Vieira pudesse ser o nome do partido na sucessão do prefeito Rui Palmeira (PSDB), em 2020. Não é uma matemática fácil. E Kelmann Vieira sabe disso. Ainda assim, tem viajado pelo interior e conversado com lideranças para saber como se posicionar, em breve. As viagens, porém, não têm interferido na rotina como presidente da Câmara de Maceió. Outra força importante na oposição é o PP do senador Benedito de Lira e do deputado federal Arthur Lira. Depois que ?perderam o certo pelo duvidoso?, com a desistência de Rui Palmeira para o governo do Estado, agora cabe à legenda também ser protagonista do processo. Para isso, precisam articular um entendimento com os partidos que puxam e formam o palanque: PSDB, Pros e DEM.

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