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Cada parlamentar vai custar R$ 2,7 mi a Fundo

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A adaptação das campanhas eleitorais às regras financeiras estipuladas na minirreforma eleitoral não será problema para a maioria dos candidatos. Até porque, mesmo com o teto de gastos, para os que estão em partidos nanicos com pouca grana, se o candidato estiver disposto a colocar a mão no bolso o que não vai faltar é dinheiro. Foi assim na última eleição, e deve se repetir no pleito deste ano. A diferença, porém, é o monitoramento por meio do site padrão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE)/Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a falta de doação de empresas. Mas nada que atrapalhe os recursos oriundos de famílias tradicionais. Os maiores prejudicados são os candidatos ?escadas?, aqueles que só servem para os poderosos subirem no coeficiente e vencerem. Esses dificilmente verão a cor do dinheiro do Fundo Eleitoral, mas se a coligação eleger alguém, a depender dos acordos, ganham um cargo no terceiro escalão do governo, na capital ou no interior do Estado. O fundão ? como ficou conhecido ? será de R$ 1,7 bilhão. Pelo menos 73,5% ficarão com os dez maiores partidos com representação no Congresso Nacional ? Câmara dos Deputados e Senado. A partir do quadro atual de cadeiras a serem ocupadas, cada parlamentar vai custar ao processo R$ 2,7 milhões. Leia mais na página A8

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