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Professores e alunos criticam ensino público

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A educação é considerada como um das prioridades do governo de Alagoas. Tanto que a pasta, até o fim do primeiro trimestre deste ano, estava nas mãos do vice-governador Luciano Barbosa (MDB) ? político de confiança do governador Renan Filho (MDB). O setor teve alguns avanços, como, por exemplo, o número de escola integral: até 2015, não havia nenhuma; hoje, são 50 na capital e no interior. Porém, das 310 escolas da rede estadual, cerca de 50% estão sucateadas. O Centro Educacional de Pesquisa Aplicada (Cepa), que se propõe a ser o maior complexo de escolas públicas da América Latina, está em obras que se arrastam lentamente e colégio com salas sem teto. Outros problemas administrativos e pedagógicos persistem e contribuem para que o Estado permaneça como campeão de analfabetismo. Os professores dizem que têm o pior piso salarial do Nordeste. A maioria dos 173 mil alunos do ensino médio também reclama da falta de computadores, bibliotecas defasadas, da falta de metodologia moderna de ensino, da alimentação escolar, que em algumas escolas se resume a bolacha com refresco, e até da falta de atividades ocupacionais. Governo prometeu priorizar educação, mas deixa escolas sem bibliotecas e em situação precária, com sala sem porta e com mobília velha. FOTO: JOSÉ RONALDO

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