Política
Usuários penam por atendimento médico
Enquanto o Estado investe R$ 180 milhões do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep) na construção de cinco hospitais que já deveriam ter sido inaugurados, quem não tem recursos para pagar plano de saúde e depende de atendimento de urgência e emergência enfrenta sufoco. As unidades como o Hospital Geral do Estado (HGE) ? que atende em média 13 mil usuário por mês ? e o Hospital de Emergência do Agreste (HEA) têm problemas de falta de macas, de insumos, de pessoal, de superlotação nos finais de semana. Famílias reclamam dos parentes atendidos em macas pelo corredor. A situação também foi tema de reportagem especial da Gazeta na edição de 18 e 19 de agosto passado com o tema: ?Saúde estadual na UTI?, que mostra também a situação de quem precisa de cirurgias eletivas. Na reportagem, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal), Fernando de Araújo Pedrosa, destaca que não há data definida para quem precisa de cirurgias.