Política
Eleição polarizada anima aliados de Bolsonaro e Fernando Haddad
A última grande oscilação de 6%, para cima, do candidato Fernando Haddad (PT), na pesquisa Datafolha, que diminuiu a diferença de 18% para 12% do líder em todas as pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), agitou as últimas horas da campanha eleitoral. Isto por que essa tendência de leve queda de Bolsonaro também foi apontada em favor de Haddad, no levantamento do Ibope. Foi o que animou os petistas até o dia da votação, em continuar numa campanha de ?vira voto?, visando conquistar o eleitor que votou nulo, em branco e se absteve, no 1° turno. Tudo por que juntos somam 43 milhões de eleitores. Como Haddad precisa de 20 ou 21 milhões para forçar um quase impossível empate técnico e embolar o jogo, os petistas estavam e estão confiantes. Bolsonaro sentiu o movimento, tanto que em vídeo repreendeu publicamente parlamentares paulistas, eleitos pelo PSL, para fazer campanha, já que no estado Haddad o passou na capital. Com um cenário tão cheio de especulações, mas com a mais forte de derrota, o presidente do Diretório Estadual do PT, Ricardo Barbosa acreditava, até sexta-feira, que a estratégia de fazer do 2° turno uma nova eleição estava dando certo.