Política
Redes sociais mudaram forma de fazer campanha eleitoral

O modelo eleitoral mudou. Se para Lula se eleger presidente precisou do marqueteiro Duda Mendonça, em 2002, na eleição presidencial deste ano foi o celular, quase sempre em cima da mesa ou de um tripé, que projetou a fala e o pensamento de Jair Bolsonaro pelo Brasil afora. Deixando de lado outras circunstâncias como a ?onda conservadora? e a influência ou não das fake news, o fato é que a propagação pelas redes sociais criou uma nova maneira de se comunicar. Políticos anônimos, até o processo eleitoral em todo o País, ou influenciadores digitais que se arriscaram na política conseguiram mandatos eletivos com baixo custo, sem produção e apostando muito mais na forma direta de falar. O Movimento Brasil Livre (MBL), que há quase três anos ganhou notoriedade a partir das redes sociais, nunca dependeu da mídia tradicional.