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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Política

Eleitos correm risco de não assumir mandato

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Passada a efervescência das eleições, partidos e candidatos - eleitos e derrotados - precisam se debruçar agora sobre uma demanda burocrática que, se não for muito bem executada, pode custar a diplomação e a posse daqueles que foram vitoriosos nas urnas. No caso dos derrotados, o problema é a suspensão dos direitos políticos, o que inviabiliza a disputa em pleitos futuros, já que também não recebem a quitação eleitoral. Essa demanda pós-eleição é a prestação de contas das campanhas, onde candidatos e partidos precisam comprovar para a Justiça Eleitoral onde foram gastos os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), um saldo polpudo da ordem de R$ 1.716.209.431,00 que foi destinado só para a eleição geral deste ano e rateado entre os partidos via Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A prestação de contas dos candidatos que disputaram o 1º turno das eleições terminou em 6 de novembro, com um saldo de 226 prestações de contas entregues - eram esperadas, até aquele momento, um total de 434. Até a última quarta-feira, 14 de novembro, faltavam 105 prestações de contas serem apresentadas.

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