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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Bancada alagoana questiona reforma

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A repercussão da Reforma da Previdência entre a bancada alagoana vai desde o questionamento e cobrança, ao silêncio e apatia. Horas depois do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ter apresentado a proposta ao presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM), na quarta-feira (20), o coordenador da bancada, deputado Marx Beltrão (PSD), já havia reagido sobre o tema. O parlamentar foi o primeiro a dizer que era contra a redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para R$ 400 reais, como consta na proposta do governo, ao invés do salário-mínimo pago atualmente. ?Não foi para isso que votei no presidente Bolsonaro. Sou contra e vou trabalhar para que isso não ocorra, porque vai prejudicar e muito os idosos. Somente em Alagoas, atualmente 115 mil dependem desse benefício, só para se ter uma ideia de seu alcance?, cobra Marx. Pela lei atual, o BPC é pago a deficientes físicos e mentais, sem limite de idade, e a idosos a partir dos 65 anos e que estejam abaixo da linha de pobreza e sem nenhuma outra renda. Beltraõ lembrou que, mesmo com um salário mínimo, a sobrevivência já é complicada e não há como negociar algo diferente. ?O valor de R$ 400 é vergonhoso e precisa ser revisto?, cobra o parlamentar, lembrando que o benefício em questão é a ?esperança de rendimento futuro para muita gente?.

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