Política
Reajuste dos policiais militares permanece emperrado em AL

A maioria dos 7 mil Policiais Militares reconhece que hoje trabalha com viaturas novas e tem equipamentos de trabalho. No entanto, eles não escondem a insatisfação salarial e ameaçam fazer uma espécie de Operação Padrão (Operação Vampeta) no carnaval para forçar o governador Renan Filho a cumprir o acordo de reajuste de 12% nos soldos, assinado no ano passado. O presidente da Associação de Cabos e Soldados, sargento Pereira da Silva, explica que o acordo seria pago em três parcelas, 5% em novembro do ano passado, 5% em 2019 e 2% em 2020, e até agora não ocorreu o combinado. Os PMs também cobram os reajustes nas verbas de refeição, de fardamento e das atividades de operações especializadas. Com relação às reivindicações dos militares, o secretário de Segurança, coronel Lima Júnior, afirma que o problema do acordo não é o pagamento das parcelas. ?O Pagamento do acordo só é em novembro deste ano. O que ficou acordado é que o impacto no vencimento começa em novembro deste ano. O que estamos trabalhando é o reajuste da verba de alimentação (que já foi publicado inclusive no Diário Oficial do Estado)?. Com relação ao reajuste das especializadas, diz que está finalizando o entendimento legal junto as Secretarias estaduais de Planejamento e Gestão (Seplag), da Fazenda e Procuradoria-Geral do Estado. O próprio governador Renan Filho tem cobrado a solução deste problema. Os militares têm um adicional de R$ 80,00, ficou previsto um aumento de 100%.