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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Presídios têm deficit de 600 vagas

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O aumento de presos no sistema carcerário brasileiro e a falta de novas vagas têm provocado superlotações nos presídios do País. Em Alagoas, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o déficit carcerário é de 600 vagas, e, diante disto, o estado foi escolhido para ser o primeiro a receber o Programa Justiça Presente, que visa implantar ações de ressocialização e racionalização de vagas nos presídios. Ainda segundo dados do GeoPresídios, do CNJ, a população carcerária em Alagoas é de 2.467 reeducandos, sendo de 1.532 presos provisórios. Além disso, três dos seis presídios em Maceió estão com déficit de vagas, sendo o Presídio Cyridião Durval e Silva o com maior número de presos excedentes. São 765 presos para apenas 404 vagas, sendo que 684 reeducandos são presos provisórios. Presos provisórios são pessoas que tiveram prisão preventiva ou temporária decretada, ou foram presos em flagrante. Já na Penitenciária Masculina Baldomero Cavalcanti, o excedente chega a ser de 168 presos e 430 provisórios. Na Casa de Detenção de Maceió, o déficit é de 156 vagas. O desembargador Celyrio Adamastor, supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), destacou a iniciativa do CNJ. ?Hoje, no sistema prisional, o preso perde a identidade e a dignidade. O CNJ, com esse projeto, vem nos orientar e aconselhar. É óbvio que temos que fazer isso com apoio do Executivo?.

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