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AL monta estratégia de guerra para suportar a crise até 2022

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O governo de Alagoas montou uma estratégia de guerra de ajuste fiscal, controle de gastos e articulações para aumentar a arrecadação. Os resultados têm sido positivos e garantem ao estado a receita corrente líquida de R$ 8,5 bilhões/ano, pagamento em dia da folha do funcionalismo, da ordem de R$ 300 milhões/mês, e investimentos de R$ 800 milhões /ano em obras de infraestrutura. O secretário estadual da Fazenda, George Santoro, garante que o planejamento do estado foi elaborado até 2022. Apesar de estabilização da gestão estadual, Santoro defendeu a necessidade urgente do Congresso Nacional aprovar duas reformas: a primeira, da Previdência, e em seguida a Tributária. O ?xerife? dos cofres públicos também se mostrou preocupado com problemas gerenciais que o governo federal enfrenta nos últimos seis meses com decisões vacilantes e que afetam sobretudo a economia nacional. ?A economia brasileira está muito machucada. Ao longo dos últimos seis meses ocorreram diversos problemas. O governo federal tentou intervir no crescimento do preço do petróleo e o setor deixou de crescer no país, tentou interferir na tabela de preços dos combustíveis e aí deu problema na economia. Teve mais problemas quando tentou interferir no preço do diesel. Então, toda a vez que se interfere em setores vitais sem medir as consequências repercute negativamente na economia. Agora, para arrumar as confusões, leva tempo?. A avaliação é do secretário George Santoro, ao observar que só a aprovação da reforma da Previdência não resolve os problemas da economia nacional, mas será um passo importante para retomar a estabilidade. ?Só a reforma da Previdência não é a tábua da salvação. Isto porque ela não diminui as despesas que se têm a pagar. O que ela faz é diminuir a aceleração do deficit dos estados, municípios, das empresas. Ela [a reforma] ajuda para o futuro. Mas, a curto prazo, não. O que vai estimular a recuperação da economia são os indutores da atividade da economia e atração de empresas através de investimentos em infraestrutura?, defendeu Santoro.

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