Política
Policiais se sentem traídos por Bolsonaro

A aprovação do texto da nova Reforma da Previdência, na madrugada de quinta-feira passada, foi como um tiro que saiu pela culatra para os operadores da segurança pública em todo o país. Foram atingidos diretamente os que englobam policiais civis, policiais federais, policias rodoviários federais e agentes penitenciários, delegados, guardas municipais. Confiantes na promessa do presidente Jair Bolsonaro, de que não teriam prejuízos, ao final das negociações, que foram desaprovadas pelos ministro Paulo Guedes, os agentes viram o próprio PSL votar contra qualquer alteração que garantisse a pauta que foi articulada nacionalmente. A movimentação dos policiais, que entrou pela madrugada, foi acompanhada de perto por uma comitiva do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol). ?Em conjunto com as entidades dos Operadores de Segurança Pública, ocuparam o Salão Verde da Câmara, chamando o presidente Bolsonaro de traidor, porque não realizou nenhum acordo com os profissionais da Segurança Pública através da Confederação Brasileira dos Trabalhadores dos Policiais Civis (Cobrapol) e da União das Polícias do Brasil (UPB), que englobam policiais civis, policiais federais, policias rodoviários federais e agentes penitenciários, delegados, guardas municipais?, disse o presidente Ricardo Nazário.