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sábado, 30/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Política

ENTREVISTA RICARDO RAMALHO

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A forma galopante com que o governo de Jair Bolsonaro tem liberado a comercialização de novos agrotóxicos no País, por meio do Ministério da Agricultura, tem preocupado ambientalistas e entidades ligadas ao controle da qualidade do que é vendido ao consumidor, com foco nos legumes e hortaliças. E essa preocupação faz sentido: ao todo, o Ministério da Agricultura liberou 239 novos agrotóxicos no país desde janeiro, um recorde. ?Toda tecnologia que ameace a vida humana, que polua nosso ar, nossas águas, destrua nossas matas e promovam o desequilíbrio ambiental deve ser substituída, banida de nosso convívio. O poder maior tem que estar submetido à vida. Todo poder à vida?, destaca o engenheiro agrônomo e diretor do Instituto Terraviva, Ricardo Ramalho. Nesta entrevista à Gazeta, ele alerta para o que chama de ?política ecocida? de inserção de mais veneno nas colheitas agrícolas do Brasil, uma prática que vai na contramão da tendência mundial de diminuição de agrotóxicos. ?Essa escalada ecocida do atual governo federal está criando sérios entraves à comercialização de nossa produção agropecuária. O consumidor evoluiu, se conscientizou e exige cada dia mais segurança alimentar dos seus fornecedores na questão dos resíduos tóxicos?, destaca o engenheiro agrônomo. ?Liberação de agrotóxicos reforça uma política ecocida?

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