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Burocracia é entrave para pobres acessarem os recursos do Fecoep

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Todo início de ano é sempre difícil renovar os contratos para o repasse do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep). A burocracia que cerca a entrada e o acesso ao Fundo, criado em 2005 pelo então governador Ronaldo Lessa (PDT), deu origem a uma infinidade de exigências. Para se ter uma ideia, em média, cada item solicitado tem dez ou mais cobranças de documentos. No governo Renan Filho (MDB), no caso da prestação de contas dos convênios, somado tudo o que é pedido são 112 encaminhamentos de dados. De 2014 até junho foram arrecadados R$ 884,3 milhões sem que o Poder Executivo aponte uma só pessoa dos 800 mil alagoanos que vivem em extrema pobreza e que tenha deixado essa condição. Isso cria uma dificuldade até para os convênios mantidos com secretarias do próprio governo. Foi o que constatou o deputado Dudu Ronalsa (PSDB), quando em março deste ano cobrou o repasse para a Secretaria Estadual de Prevenção à Violência (Seprev), que ficou por três meses sem receber os recursos destinados a 37 comunidades terapêuticas que atendiam, à época, 750 pessoas.

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