Política
Fontes da direção da empresa confirmaram à Gazeta de Alagoas que 200 operários permanecem na folha até o final do mês. Atualmente, eles comparecem ao canteiro
As demissões em massa geram um clima de protestos e preocupação nas cidades do Sertão. Desde o início do ano, os comerciantes percebem a queda na movimentação por causa da redução de trabalhadores na região. O clima entre as famílias dos demitidos também é de muita apreensão, porque a construção do canal tem sido a opção de renda, já que ocorreu mais um ano de pouca chuva no alto sertão e a agricultura fracassou mais uma vez. No último dia 13, os trabalhadores do Canal do Sertão interditaram parte da AL-220, em São José da Tapera, Sertão de Alagoas, cobraram dos governos estadual e federal a retomada das obras. Ao perceberam que o clima no canteiro de obras é de paralisação total da construção, os operários foram para as ruas cobrar ação, inclusive da bancada federal.