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Nonô nega sua participação em fraude

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PETRÔNIO VIANA Repórter O vice-presidente da Câmara Federal, deputado José Thomaz Nonô (PFL), respondeu ontem às acusações feitas pela ex-assessora do Ministério da Saúde (MS), Maria da Penha Lino, que incluiu seu nome na relação de 81 parlamentares que teriam participado das fraudes de licitações para compra de ambulâncias, a partir de emendas parlamentares ao Orçamento da União, no que está sendo investigado pela Polícia Federal dentro da Operação Sanguessuga. ### Deputado vê campanha de descrédito contra Congresso Na entrevista coletiva em que explicou a inclusão de seu nome entre os envolvidos no esquema de fraudes de licitações para compra de ambulâncias, o deputado José Thomaz Nonô (PFL) contou que cinco emendas parlamentares de sua autoria, de 2004, eram referentes à compra de ambulâncias para municípios do interior do Estado. Foram para Batalha, Pariconha, São Miguel dos Milagres, São José da Tapera e Olho d'Água do Casado. A de Pariconha já comprou, mas ainda não recebeu. As outras estão com o dinheiro na conta. PV ### Alagoas recebeu ambulâncias suspeitas Com a divulgação do esquema de fraudes em licitações e superfaturamento na compra de ambulâncias, a partir de emendas parlamentares ao Orçamento da União, várias prefeituras do interior do Estado descobriram que os veículos que prestam socorro em seus municípios foram adquiridos por intermédio da empresa Planam Comércio e Representações, do Mato Grosso, além de outras envolvidas no esquema de corrupção. PV ### Pedido de CPI deve fracassar na Câmara | JOÃO DOMINGOS Agência Estado Brasília - Tem tudo para fracassar a iniciativa de partidos de oposição de propor a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a participação de parlamentares no desvio de dinheiro do Orçamento da União para a compra de ambulâncias superfaturadas. Um pedido apresentado pelo PPS, PV e P-SOL, que juntos somam apenas 30 parlamentares, até ontem tinha apenas 25 assinaturas. Para que uma CPI seja aberta, são necessárias 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado. ///

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