Política
Definição de PMDB e DEM será decisiva
Mesmo faltando cinco dias para acabar os prazos para as convenções partidárias, algumas agremiações políticas ainda não definiram como irão participar das eleições. A escolha do PMDB e DEM do lado que irão entrar na disputa poderá conferir força política e maior tempo de TV que poderão ser decisivos para um dos blocos, o do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) ou do prefeito Cícero Almeida (PP), que busca o segundo mandato. Pelo menos quanto ao PMDB, essa definição só deverá acontecer aos 48 minutos do segundo tempo, como declarou ontem o vice-governador José Wanderley Neto. Para o grupo formado pelos partidos que integram a base aliada de Vilela PSDB, PPS, PSB e PSC , a aliança com o PMDB é dada como certa. Entretanto, o vice-governador disse que ainda há alguns pontos a serem afinados. A questão principal é a coligação para a proporcional. ### DEM mantém diálogo com grupos | DAVI SOARES - Repórter Mesmo se não tiver sido intencional, a ausência do presidente do Democratas (DEM), José Thomaz Nonô, na inauguração do viaduto de Mangabeiras na última segunda-feira (24) repercutiu como um recado dado ao prefeito Cícero Almeida (PP), a quem o partido cobra a vaga destinada ao vice na chapa que disputa a reeleição. Nonô nega ter boicotado a solenidade, mas lembra que há uma porta aberta no grupo político do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Ainda espero a definição sobre a nossa indicação ou não para sermos vice na chapa. Não há nenhuma briga entre eu e o prefeito. Mas ainda espero uma posição dele. Nossa opção preferencial é pelo grupo do Cícero Almeida, que na minha opinião é um bom administrador. Mas a porta de lá do outro lado está aberta. E eu aguardo cartas, avisou Nonô. ### Partidos correm para não sair sozinhos Na reta final para a formação das coligações que irão disputar a Câmara de Vereadores, partidos realizam maratonas de encontros políticos para definir candidatos Em compensação, outros partidos que pretendem lançar candidatos para concorrer à prefeitura correm contra o tempo para não entrar na disputa sozinhos. Esse é o caso do PT, cuja Executiva rejeitou a aliança com o PMDB e poderá ter que lançar uma chapa puro-sangue para concorrer em outubro com a candidatura do deputado estadual Judson Cabral. O quadro não se alterou, continuamos com a mesma política de busca por alianças. Mas o PT, se for necessário, marchará sozinho, disse o pré-candidato Judson Cabral, que poderá ter como vice a ex-deputada estadual Maria José Viana (PT). |DS E PB ///