malha viária alagoana
PREFEITO COBRA DUPLICAÇÃO DA AL-101 NORTE
Fernando Sérgio Lira, de Maragogi, alerta para trechos inseguros na rodovia e sugere até terceira faixa auxiliar
Os empresários do turismo, transportadores de turistas e o prefeito de Maragogi, Fernando Sérgio Lira Neto (PP), cobram a conclusão das obras de duplicação, da AL-101 Norte. Enquanto o projeto não sai do papel, exigem a conclusão da recuperação e manutenção da rodovia no trecho mais crítico entre Maragogi a Japaratinga, tapa buracos até a entrada da cidade de Porto Calvo e agilidade para a conclusão da duplicação do subtrecho entre os bairros de Cruz das Almas e Garça Torta, que se arrasta há cinco anos.
O trajeto de 128 quilômetros pela AL-101 Norte, que dura uma hora e meia, vem sendo feito em mais que o dobro por conta dos problemas na rodovia. Nos municípios do litoral norte, poucos acreditam que o governador Renan Filho (MDB) consiga concluir, até o fim do mandato, em 2022, o projeto da duplicação da principal estrada do litoral norte.
A lentidão das obras do subtrecho de seis quilômetros entre a Avenida Josefa de Melo, em Cruz das Almas, até o bairro de Garça Torta gera frustração, prejuízos para quem precisa da rodovia e tem pressa, reclamações de turistas e alagoanos que desejam frequentar as praias da região nos finais de semana. Em nome do trade turístico, o prefeito Sérgio Lira fez um apelo para a construção de pelos menos uma terceira via nos trechos mais perigosos do trajeto.
“O bom seria a duplicação da estrada como foi prometido. Mas, se concluir a duplicação entre Maceió até a Barra de Santo Antônio, ajudaria muito o fluxo”. Com relação a terceira faixa, Lira acredita que traria mais segurança no trecho de 75 quilômetros entre os municípios de São Luiz de Quitunde - Maragogi e daria mais agilidade, encurtando o tempo de viagem.
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Por conta da morosidade das obras de duplicação na área urbana de Maceió, dos buracos e falta de manutenção no trecho entre Porto Calvo e Maragogi, o percurso de 128 quilômetros entre a capital e o segundo polo turístico mais importante do estado é demorado, lamentam os transportadores autônomos de turistas, como José Carlos da Silva, que transporta turistas de Maceió até as piscinas naturais de Maragogi. “Tem fim de semana e em feriados prolongados que a gente fica, literalmente, preso no trânsito. É preciso paciência. O pior trecho é entre Paripueira e Maceió, nos dois sentidos, por conta da lentidão das obras de duplicação”.