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Jurandir B�ia tenta abafar crise no diret�rio estadual

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ANA MÁRCIA O presidente do PSB, Jurandir Bóia, respondeu, ontem, ao secretário do seu partido, Welisson Miranda, que criticou sua posição sobre a crise existente entre a atual secretária de Educação, Rosineide Lins, e a ex-titulares da pasta, hoje deputada Maria José Viana. Ele esclareceu ter afirmado, apenas, não ter participado de qualquer decisão sobre a reunião que uniria as duas autoridades. Ele também negou ter usado o termo acareação. ?É um termo muito pesado usado na polícia e na Justiça para ser utilizado num tratamento entre uma deputada com sua contribuição na história política e da Educação do Estado de Alagoas e uma secretária de Educação?, disse Jurandir Bóia. Segundo explicações do presidente do partido, isto não impede que os atuais desentendimentos entre as duas autoridades seja pauta de uma reunião, que ocorrerá de forma normal e ordinária como qualquer outro assunto de interesse do partido a ser discutido. ?Não me interessa debater com o Welisson Miranda, mas me foi perguntado se eu sabia que ele tinha decidido por esta reunião em nome do partido, para fazer uma acareação, e disse não ter participado desta decisão?, falou, negando também ter usado expressão ?desautorizar a reunião?, como enfatizou o próprio Welisson. Na opinião de Jurandir Bóia, ?essas divergências são normais num partido que tem crescido, mas está acima desses problemas, por não ter interesse em comprometer pessoas?. Para superar essas dificuldades, acredita no caminho do equilíbrio, bom senso e serenidade. Bóia descartou a existência de uma crise interna no PSB, afirmando que apenas desconhecia o pronunciamento do companheiro partidário. ?Nossos obstáculos e adversários não estão dentro do partido?, completou.

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