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DIREÇÃO DO PC DO B NEGA MUDANÇA DE NOME E DE COR

Segundo Sérgio Barroso, objetivo do Movimento 65 é a formação de novos quadros

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Imagem ilustrativa da imagem DIREÇÃO DO PC DO B NEGA MUDANÇA DE NOME E DE COR
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A informação de que o Partido Comunista do Brasil (PC do B) mudaria de nome “Movimento 65” a fim de conquistar novos “quadros” foi negada pela Direção Nacional. A proposta é renovar a estratégia de formação e atração de militantes, porém sem mexer nas cores e no símbolo da foice e martelo que marcam a história da legenda. Segundo o alagoano Sérgio Rocha Barroso, membro da Direção Nacional do PC do B, o que se pretende é unir e aproximar pessoas das mais variadas formações e campos de atuação em defesa da democracia, bem como às s lutas sociais. “O movimento 65 é um movimento de ampliação eleitoral - mas não só, onde homens, mulheres e jovens quem defendem a democracia, os direito sociais e a soberania do País, nessa quadra política de regressão em todas as frentes, pode se filiar para ser candidato. O nome, a bandeira e os símbolos do PCdoB não sofrerão alteração. Mesmo que o Movimento possa ter outra configuração ou design”, explicou Barroso. Na prática, a proposta dos comunistas brasileiros é criar plataformas de formação política em níveis diferenciados. Uma mais ampla, “Plataforma dos Comuns”, que reúna pessoas que necessariamente não estejam filiadas à legenda, mas que discutam e aceitem o debate político orientado pelo PC do B.O outro grupo identificado como “Movimento 65” terá uma perspectiva eleitoral mais consolidada. Ou seja, será composta de quadros que serão formados e preparados para as disputas eletivas. Segundo explicou Barroso, por causa da novidade e o indício do debate pode até desagradar a alguns militantes. Porém, tem sido um caminho encontrado pelo partido para a realidade política que se apresenta.”O Movimento 65 pode, sim, causar insatisfação em militantes. Mas a ideia, o objetivo, é ampliar a capacidade de resistência e de luta dos comunistas, respondendo também às restrições eleitorais (cláusula de barreira; fim das coligações proporcionais). De todo maneira, é preciso encontrar as formas de responder a situação de fortes tendências neofascistas, de enorme retrocesso cultural, educacional e lesão da soberania do país. Por óbvio, um objetivo pode ou não ser atingido, mas esse é uma questão a se ver com o desenvolvimento da luta de classes no país”, completou Barroso. Quanto ao processo de construção e formação política de ambos os grupos eles se darão de forma online, mas também presencial. A estratégia para esse trabalho está sendo articulada e deve ter maior amplitude em 2020.

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