Nº 0
Política

POLICIAIS CIVIS ANUNCIAM PARALISAÇÃO E CRITICAM POLÍTICA DE SEGURANÇA

Categoria suspenderá atividades por 72 horas a partir do dia 20 para reivindicar implantação de piso e melhores condições de trabalho

Por Marcelo Amorim | Edição do dia 14/01/2020 - Matéria atualizada em 14/01/2020 às 10h27

Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz

Com duras críticas ao governo Renan Filho (MDB), entre as quais a de mal uso de recursos públicos na área da segurança pública e a falta de investimentos nas delegacias, agentes e escrivães da Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) promoveram protesto, ontem, na porta do Palácio República dos Palmares, sede do Executivo estadual e anunciaram paralisação de 72 horas a partir do próximo dia 20.

“Policial na rua, governador a culpa é sua” fez parte das declarações das categorias em passeata pelas ruas centrais de Maceió, após realizarem assembleia no Sindicato dos Bancários e aprovarem a paralisação, além das reivindicações que devem ser apresentadas ao governo. Na pauta consta o pedido para a implantação de piso de nível superior dentro da média nacional, que seria de aproximadamente R$ 6 mil, conforme o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol). Atualmente, o piso inicial dos agentes é de R$ 3,5 mil, ainda segundo a entidade.

Maceió, 13 de janeiro de 2020
Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil.
Foto: ©Ailton Cruz
Maceió, 13 de janeiro de 2020 Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL), reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, decidiram, em assembleia, paralisar as atividades por 72 horas, no próximo dia 20. Alagoas - Brasil. Foto: ©Ailton Cruz - Foto: © Ailton Cruz
 


No ato, que reuniu mais de 300 policiais e escrivães da capital e de cidades do interior, os manifestantes chamavam a atenção por onde passavam. De acordo com o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, faltam equipamentos nas delegacias, assim como uma “internet mais eficiente” e o governo tem aplicado mal os recursos públicos ao priorizar a construção de Centros Integrados de Segurança Pública (Cisps), “apresentam defeitos em dois, quatro meses”.

Neste sentido, o sindicado fez comparativos com o prédio da Polícia Rodoviária Federal, em Maceió, ao custo de R$ 2 milhões, e que contempla portas e janelas blindadas, estacionamento, entre outras benfeitorias, enquanto que os centros, utilizando o mesmo valor, não possuem a mesma qualidade. “Nós já levamos o caso ao Ministério Público Estadual (MP/AL), que até agora não abriu procedimento para apurar. E o governo Renan Filho ainda quer construir Cips, na categoria 3, ao custo de R$ 36 milhões, dinheiro que daria para reformar todas a delegacias. Onde existe delegacia da Polícia Civil, existe insatisfação dos agentes e escrivães”, reforçou Ricardo Nazário Entre as dificuldades de trabalho relatadas pelos policiais civis, citam problemas que, segundo, a categoria prejudicam as investigações e conclusões dos inquéritos. Eles também criticam o que consideram ser uma postura de desrespeito e desvalorização profissional por parte do Governo do Estado.

PAUTA

Na pauta de reivindicações constam também reajuste salarial, compensação financeira do aumento da carga horária, periculosidade e realização de concurso público. A campanha de valorização das categorias tem como mote “Quem reduziu os homicídios merece ser valorizado”. No próximo dia 21, segundo os dirigentes do Sindpol, haverá um encontro das categorias com representantes do governo, ocasião em que esperam pelo encaminhamento das reivindicações.

Mais matérias
desta edição