Política
PROFISSIONAIS RECEBEM ORIENTAÇÕES
Médicos e enfermeiros da rede de saúde e do antigo HDT seguem protocolos da OMS e de ministério
No antigo HDT, os profissionais recebem informações sobre a evolução do novo vírus e as formas preventivas. A diretora médica do hospital, Luciana Pacheco, ao participar da entrevista coletiva ao lado do secretário Alexandre Ayres, assegurou que a unidade de referência segue as orientações e protocolos do Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde (OMS). No caso de possíveis novos pacientes, a médica disse que só serão atendidos os casos encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde ou hospitais particulares.
Tranquilizou também os profissionais de saúde ao assegurar que o hospital dispõe dos equipamentos de segurança e proteção à saúde dos trabalhadores [máscara, óculos de proteção, luvas, aventais-capote, entre outros] conforme o recomendado pelos protocolos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde. A direção do hospital aguarda a evolução dos acontecimentos para decidir se compra mais equipamentos de proteção à saúde do trabalhador.
O antigo HDT é uma unidade de referência para pacientes contaminados, por exemplo, pelo coronavírus. Os primeiros atendimentos de casos suspeitos ocorrem nas unidades básicas de saúde (postos de saúde dos bairros, nas periferias das cidades, UPAs e mini-prontos socorros) ou hospitais particulares. A depender da gravidade do quadro de saúde, o paciente é direcionado ao Hospital Hélvio Auto, que adota os procedimentos previstos em protocolos do governo federal e da OMS, revelou o reitor da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), Henrique de Oliveira Costa, ao tranquilizar a população e garantir que o hospital esta preparado para receber possíveis casos confirmados. Neste momento não tem nenhum paciente isolado no HDT com Covid-19.
A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas administra também o hospital de referência. O reitor explicou que o Hélvio Auto está em condições de atender todos os casos graves que requeiram internações. Ressaltou, porém, que o momento é de atenção e não de pânico. Repetiu que os encaminhamentos devem ser feitos pelas unidades básicas de saúde pública ou unidades particulares. “Não adianta o paciente com gripe forte buscar atendimento no hospital. As ocorrências leves são acompanhados nos postos de saúde ou se o paciente tiver plano de saúde, nos hospitais conveniados”.
Professor Henrique de Oliveira disse que o vírus é semelhante ao da gripe. Tranquilizou a população ao alertar que o tratamento preventivo é o mesmo indicado para a gripe comum. Os pacientes são acompanhados pelos profissionais das unidades básicas. Recomendou que nos casos gripais é importante o repouso, ingerir bastante líquido, manter rigorosamente a higiene pessoal e evitar contatos públicos.
A respeito da preocupação do Conselho Regional de Medicina e do Sindicato dos Médicos é com a falta de insumos, como os equipamentos de proteção à saúde do trabalhador nos hospitais público e privados, o reitor da Uncisal garantiu que “não faltam os insumos necessários no HDT”.