Política
DEPUTADO COBRA DIREITOS HUMANOS EM CASO DE SEGURANÇA MORTO
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O deputado Cabo Bebeto (PSL) questionou a ausência de representantes de Conselhos de Direitos Humanos no auxilio aos familiares do segurança Romerson Eric Silva, 29, assassinado no último dia 21 de fevereiro no Centro de Maceió.
“Semana passada eu estive reunido com a mãe e o irmão do rapaz, em meu escritório, e ninguém dessa área [de Direitos Humanos] está dando assistência a essa família”, disse o parlamentar, durante a sessão plenária de ontem. Bebeto contou que esteve na delegacia onde o caso está sendo investigado, mas até o momento não há novidades.
“Quero pedir à população que também ajude nesse caso. Alguém deve ter visto algo que possa ajudar a família a apontar o culpado”, solicitou Bebeto, conclamando a população para, se souber de alguma informação, ligar para a polícia através do número 181, que o sigilo é garantido.
“Mas repito: ninguém que se diz representante dos Direitos Humanos tem feito, sequer, um contato com a família para saber no que pode ajudar. Isso precisa mudar”, declarou o Cabo Bebeto, informando que, juntamente com a Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), está prestando assistência psicológica para a família de Romerson.
Em aparte, o deputado Antônio Albuquerque (PTB) se associou ao pronunciamento do colega de plenário, lembrando que por diversas vezes tem criticado a atuação das comissões de Direitos Humanos. “O tema abordado é recorrente, mas o que mais me chama a atenção é, exatamente, como se comportam os senhores que ocupam essas comissões de Direitos Humanos”, disse Albuquerque acrescentando que há 20 anos já fazia reclamações e críticas sobre o tema.
VOTAÇÕES
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Em dia histórico na Assembleia Legislativa Estadual, o plenário da Casa analisou e votou 100 matérias, entre indicações, requerimentos, projetos de resolução e projetos de lei, dentre eles, o de autoria do deputado Galba Novaes (MDB) (projeto de lei ordinária nº 155/2019), que dispõe sobre a prioridade para atendimento e emissão de laudos pelo Instituto Médico Legal (IML), e dá outras providências. De acordo com a matéria, aprovada em segundo turno, estas prioridades serão para as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. “O objetivo deste projeto é oferecer mais celeridade à apuração dos casos de violência contra as mulheres ocorrida em nosso Estado. Trabalhando diretamente com essa temática no dia a dia, nosso mandato tem recebido queixas frequentes com relação a demora para a emissão de laudos que comprovam a ocorrência de violência doméstica ou familiar, passíveis de ser punidos pela Lei Maria da Penha”, justiça Galba Novaes.