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Renan quer apoio para pleito em 2006

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O senador Renan Calheiros (PMDB) admitiu ser candidato ao governo do Estado em 2006, mas disse que isso não pode ser uma imposição de nenhum grupo político, mas sim dos ?segmentos da sociedade?. A revelação aconteceu durante entrevista pública ao jornalista Plínio Lins, dentro do projeto ?Conversa de Botequim?. ?Estamos trabalhando pelo desenvolvimento do Estado e não entendo que uma candidatura ao governo seja fruto de uma imposição. Ela tem primeiro de atender às necessidades da sociedade?, disse Renan. Falando para uma platéia formada por empresários e dezenas de lideranças políticas do Interior, ele manteve um tom de campanha ao se dirigir aos correligionários. Nacional O senador abordou, ainda, a situação nacional de seu partido, o PMDB, e do apoio ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os peemedebistas integram a base de sustentação do governo federal, mesmo sem ainda estar oficialmente ocupando algum cargo. Renan é o negociador do partido e de seu apoio. Indagado sobre se aceitará um ministério, dos três que o partido vem negociando, ele preferiu dizer que aguardará a posição do PT sobre sua candidatura à presidência do Senado. Antes de assumir a presidência do partido, ele chegou a disputar, internamente, com José Sarney, a presidência do Senado. Como saiu derrotado, agora, aguarda de que lado os petistas ficarão. Municipal Sobre a sucessão municipal, o senador admitiu que também vem trabalhando para construir uma aliança no Estado que mantenha a base de partidos aliados em Brasília. Ele disse que, no caso de Maceió, defende a aliança que garantiu a reeleição do governador Ronaldo Lessa (PSB). A novidade desse grupo seria a entrada do PT que, segundo Renan, seria um desejo de nomes do partido como José Dirceu e Aluízio Mercadante. Mas essa aliança ainda tem que esperar até que o PT defina se Heloísa Helena fica ou não no partido. Desde que a senadora decidiu lançar seu nome como pré-candidata, os grupos considerados ?radicais? do partido conseguiram aprovar uma moção de apoio a sua permanência no PT e contra a Direção Nacional. A situação da senadora será definida, apenas, no dia 25 de novembro. Ela será julgada pela Comissão de Ética. (MR)

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