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COMPOSIÇÕES VÃO CRAVAR NOMES DOS VICES NAS CHAPAS

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Ronaldo Lessa (PDT), terceiro na “corrida” para a prefeitura, conseguiu prioridade em sua eleição junto ao PDT, em Brasília (DF). Por aqui, entretanto, vive a expectativa de anunciar a ex-reitora Valéria Correia (PSol) como sua vice. A articulação para isso envolveria a formação de uma frente com a Rede, da ex-senadora Heloísa Helena, a Unidade Popular (UP), que tem como pré-candidata a jornalista Lenilda Luna. “Existe realmente esta possibilidade”, disse Ronaldo Lessa de forma objetiva em conta via WhatsApp. Considerado um dos quatro nomes com chances de ir para o 2° turno, sua candidatura poderia, de fato, unir às esquerdas ou contar com um nome de expressão política no Estado. De acordo com Marcelo Bastos, Heloísa Helena se aceitasse poderia reviver a “dobradinha” da primeira eleição que disputou e venceu junto com Ronaldo Lessa. “Mas, pelo que sei será candidata novamente a vereadora”, lembrou Marcelo, acreditando que Ronaldo ainda terá uma problema para resolver até o dia da convenção. Ele lembrou, também, que esta semana o advogado Geraldo Sampaio Neto (Pros) chegou a ter o nome cogitado para integrar a chapa. “Essa aliança chegou a ser especulada e pode ser uma possibilidade, mas não tivemos uma definição”, completou o pesquisador. Kátia Born, ex-prefeita de Maceió também teve o nome ventilado para a chapa, mas deve mesmo disputar uma vaga na Câmara de Vereadores, além de coordenar a campanha de Ronaldo. Quem também viveu uma semana de articulação, mas ainda sem definição foi a pré-candidatura do deputado estadual Davi Filho (PP). Tendo como principal cabo eleitoral o presidente da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), Marcelo Victor (SD), deve “ganhar” por estes dias o apoio definitivo do Democratas. De certo, no momento conta com o apoio do PSL, do ex-candidato ao Senado Federal, Flávio Moreno, que tentará uma vaga na Câmara de Vereadores e já confirmou a aliança. Por outro lado, a legenda comandada pelo experiente ex-deputado José Thomaz Nonô, atual secretário municipal de Saúde, pode subir em seu palanque e fortalecer a chapa. O DEM pode até indicar o vice na chapa, a depender das últimas conversas que ainda seguem nos bastidores. Davi - que ficou em quarto nas intenções de voto - até aqui pode reverter a situação se o deputado federal Arthur Lira (PP) conseguir ser eleito presidente da Câmara dos Deputados. Apoiado por Bolsonaro poderia dar força na campanha para derrotar o candidato do governo. Essa “tese” continua sendo uma abstração, já que até a candidatura de Lira vem sendo ameaçada com um acordo de bastidores que pode reeleger Rodrigo Maia (DEM) para mais dois anos à frente do comando da Casa. Situação que favoreceria a uma indicação do partido aqui para “amarrar” o compromisso político.

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