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PARTIDOS DE ESQUERDA DEVEM LANÇAR CHAPAS ‘PURO SANGUE’

Tendência é que PCdoB, PT, PSol e UP sigam na sucessão municipal sem fazer composições

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Eleitores devem ter até 13 opões de candidatos a prefeito de Maceió no pleito deste ano
Eleitores devem ter até 13 opões de candidatos a prefeito de Maceió no pleito deste ano -

As esquerdas, por sua vez, insistem em manter suas candidaturas, possivelmente na condição de voo solo - as chamadas chapas “puro sangue”. Conforme lembra Marcelo, até o momento seriam Cícero Filho (PCdoB), Ricardo Barbosa (PT), Basile Christopoulos (PSol). Cada um por motivos de estratégia de afirmação das siglas têm razões para não desistir. O PCdoB porque seria a primeira vez que sairia da “sombra” de qualquer outra candidatura em seu campo. É que desde a Frente Brasil Popular, em 1989, na capital, nunca disputou cabeça de chapa. A UP, por ter sido legalizada recentemente, definiu a jornalista Lenilda Luna como figura capaz de mexer com a memória do eleitor. Isto porque como repórter de TV se especializou em matérias populares de defesa do cidadão. Basile é o nome que vem sendo trabalhado pelo PSol, para a qualquer momento ser lançado candidato a deputado estadual ou federal, em 2022. Ex-candidato ao governo, ele espera ter a mesma visibilidade que o pleito passado. Outra legenda que não abre mão de estar comandando uma chapa é o PT. A missão será do ex-vereador pelo Psol, Ricardo Barbosa. De volta, o PT é da corrente interna comandada por Lula e vai para a disputa para defender o “legado petista” e manter acesa a “chama da oposição” ao presidente Bolsonaro. O problema é que o partido não deixou o governo Renan Filho, o que sugere que a candidatura seja “satélite” de Alfredo Gaspar, principal nome apoiado pelo Palácio República dos Palmares. “Não tem jeito, eles não se unem e a principal perspectiva é que lancem chapa mesmo puro-sangue”, garantiu Bastos. A primeira eleição sem aglomeração ainda não revelou sua verdadeira cara. A máscara da dúvida ainda encobre a realidade da sucessão deste ano. Na análise do professor Marcelo Bastos, o motivo é simples: a quantidade de pré-candidatos. Inicialmente se falava em 13 nomes, pode se reduzir para 12 ou até mesmo aumentar.

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