Política
PREFEITO REBATE LISTA DO TCE E DIZ QUE ESTÁ ELEGÍVEL
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Após a Gazeta divulgar, na edição do último fim de semana, a lista contendo o nome de 35 gestores que tiveram as contas analisadas e desaprovadas nos últimos dois anos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), o prefeito Marcos Antonio de Almeida, o Marcos Lisboa (MDB), do município Paulo Jacinto, que figura na relação, rebateu que esteja enquadrado na Lei da Ficha Limpa.
Candidato à reeleição, ele alegou que a inclusão de seu nome é equivocada e, por isso, nada o impede de se manter na disputa pela prefeitura. Portanto, o gestor alega que está elegível.
Por meio de nota, Lisboa alegou que a prestação de contas que gerou essa polêmica se refere ao exercício de 2005 e a conclusão do parecer-prévio se encontra no aguardo de recurso interposto pela defesa, que, segundo ele, apontou diversas omissões e contradições no julgamento.
Na lista do TCE, encaminhada à Justiça Eleitoral, a qual a reportagem teve acesso, não consta a observação de que a situação do processo que envolve a Prefeitura de Paulo Jacinto esteja em grau de recurso.
A assessoria de comunicação do prefeito acrescentou que, depois do julgamento do parecer, pelo Tribunal, a prestação de contas deverá ser encaminhada para análise da Câmara de Vereadores.
“Tais fatos, inclusive, foram devidamente reconhecidos pela Presidência do Tribunal de Contas do Estado, que, em resposta ao ofício enviado por mim, registrou que o processo se encontra no aguardo de julgamento do recurso, documento que se encontra à inteira disposição”, argumentou Marcos Lisboa.
Ao informar que preza pela verdade dos fatos e pauta-se pela transparência, ele reafirmou, na nota à Gazeta, que não há qualquer problema na pretensa candidatura dele à reeleição, no pleito eleitoral de 2020.
ERRATA
De maneira equivocada, na matéria do fim de semana, a reportagem atribuiu dois gestores de Campestre, Gervásio de Oliveira Lins e Luciano Rufino da Silva, como sendo de Campo Alegre. O nome deles está correto e aparece na lista dos que estão com pendências nas contas. O equívoco limitou-se à prefeitura. A relação consta, também, os gestores de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus da Silva e Sousa; de Mar Vermelho, Juliana Lopes de Farias Almeida; de Joaquim Gomes, Amara Cristina da Solidade; de Senador Rui Palmeira, Siloé de Oliveira Moura; de Monteirópolis, Mailson de Mendonça Lima; da Barra de Santo Antônio, José Rogério Cavalcante Farias e Maria Cícera Mendonça Casado; e de Mata Grande, Fernando José de Araújo Lou. Ainda estão relacionados Antônio Palmery Melo Neto, de Cajueiro; Arthur Emilio Bernardes Lins, do Ideral; Severiano José Freitas Souza e Manuilson Andrade Santos, ambos de Colônia Leopoldina; Maxwell Tenório Cavalcante, de Pindoba; José Rodrigues Gomes, de Água Branca; Márcio Fidelson Menezes Gomes, de Maravilha; Manoel João dos Santos Júnior, de Passo de Camaragibe; Ermane Pereira de Melo, de Batalha; e Cleovan Florentino de Almeida, de Maribondo. O TCE notificou, também, José Alberto Barroso Barreto, de Jaramataia; Djalma Guttemberg Siqueira Breda, de Piaçabuçu; Roberto Ferreira Wanderley, de Cacimbinhas; Manoel Marques Júnior, de Jacuípe; Cícero Ferreira da Silva, de Satuba; José Hermes de Lima, de Canapi; Marcos Antônio de Almeida, de Paulo Jacinto; Cícero Cavalcante de Araújo, de São Luís do Quitunde; João Pereira da Silva, de Santa Luzia do Norte; José Ernesto Silva Júnior, de Jacaré dos Homens.
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