Política
CUSTO DO PLEITO EM ALAGOAS FICA EM R$ 6,8 MI
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O custo das eleições municipais de 2020 estão garantidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Aprovado no ano passado pelos parlamentares, a Lei Orçamentária Anual (LOA) garantiu R$ 1,28 bilhão que serão repartidos, conforme a necessidade de cada unidade da federação. Para Alagoas, serão liberados um total de R$ 6,8 milhões (R$ 6.789.226,00), sendo que no 1° turno serão R$ 5,8 milhões (R$ 5.970.182,00) e para o 2° Turno outros R$ 819 milhões (R$ 818.044,00), assim que for concluída a primeira etapa.
Na prática, os recursos já estão sendo utilizados para todo o processo de preparação, tendo o seu ápice durante o dia do pleito, por conta dos gastos com pessoal para garantir toda a logística. Essa realidade é administrada pelos presidentes dos tribunais com suas respectivas equipes técnicas, que precisam agir com um cronograma rígido, que este ano foi readaptado em função da pandemia. Por conta dela, inclusive, vários recursos tiveram que ser remanejados, uma vez que para a realização da eleição a segurança dos convocados e voluntários irão contar com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Conforme divulgou o TSE, do valor disponível, R$ 647 milhões serão investidos diretamente para o pleito.
Outros R$ 32 milhões serão destinados ao gasto com pessoal e outros R$ 10 milhões para a realização de eleições suplementares. Quanto ao restante, R$ 311,3 milhões serão utilizados em 2021 para a aquisição e manutenção das urnas eletrônicas.
O órgão detalhou ainda que terá um aporte de R$ 106,6 milhões para serem gastos com trasporte (R$ 41,3 milhões), apoio operacional das urnas (R$ 64 milhões), outros R$ 93,7 milhões com alimentação dos mesários, R$ 89,7 milhões para apoio administrativo (técnico e operacional), R$ 40,7 milhões para o auxílio das forças armadas e R$ 25 milhões irão para a compra de materiais de consumo, votação, apuração, justificação, diplomação e divulgação de resultados.
Além dos gastos oficiais com o pleito, vale lembrar que os partidos também tem os seus recursos específicos para se organizarem que vem do Fundo Eleitoral no valor de R$ 2,03 bilhões. Ou seja, devem ser gastos apenas com o pleito, independente do Fundo Partidário. Deste valor 30% devem ser investidos nas candidaturas femininas.