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Executivo n�o envia projeto e�vota��o do or�amento � adiada

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O acúmulo de processos para serem elaborados pelo Executivo a fim de ajustar a já aprovada ?reforma da reforma? adiou mais uma vez a votação do Orçamento 2004 e do Plano Plurianual do governo, na Assembléia Legislativa. Desde o início da semana o poder aguarda a definição do palácio e dos técnicos que ainda analisam a legalidade das mudanças propostas. Ainda assim, segundo o líder do governo, deputado Sérgio Toledo (PSB), a próxima terça-feira passa a ser o próximo prazo para as votações. ?As informações que nós recebemos do Gabinete Civil são de que os últimos projetos estão sendo finalizados. Somente assim é que poderemos concluir as votações?, explicou o deputado Toledo. Ele preferiu não garantir o envio, por parte do governo, dos projetos. Na última terça-feira quando os trabalhos foram suspensos a Comissão de Orçamento deveria ter se reunido para analisar as emendas dos parlamentares. Mas isso não aconteceu. Apenas os técnicos do poder legislativo se debruçaram sobre os processos. Até o governador Ronaldo Lessa (PSB) acreditava que até quinta todas as mensagens seriam enviadas. No Gabinete Civil impera o silêncio. Segundo fontes do setor, os técnicos só se pronunciarão quando concluírem os estudos sobre as mudanças na estrutura. Os técnicos têm duas preocupações: a reforma e o seu encaixe na proposta de orçamento, já remetida ao Poder Legislativo. Novos Ontem o gabinete civil enviou mais um projeto para o poder. Trata-se do que reestrutura e legaliza a Polícia Civil do Estado. Segundo o líder do governo, por exemplo, é uma matéria ?muito importante? que não pode deixar de ser apreciada e votada no Legislativo sob pena ?de se extinguir a corporação?. Além disso o governo ainda detém, mais precisamente, na Secretaria de Administração, o projeto que garante a incorporação de gratificações com subsídios para a Polícia Militar. Com o adiamento os militares poderão negociar e discutir o projeto. Ontem a categoria estive reunida no Legislativo para encontros com os deputados. (MR)

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