Política
MÉDICOS REFORÇAM IMPORTÂNCIA DE MEDIDAS
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O eleitor voltará às urnas para escolher o prefeito de Maceió quando o mundo acompanha atentamente os estudos que trarão a vacina para conter a Covid-19, doença que ainda cresce e mata todos os dias em Alagoas. O medo da contaminação - fruto de uma pandemia que ainda não acabou - pode ter contribuído para a abstenção no primeiro turno, que superou 148 mil na capital.
Na avaliação de Rodrigo Dantas, médico clínico especialista em Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar, no primeiro turno das eleições municipais - no dia 15 de novembro - houve respeito ao protocolo sanitário para evitar a infecção pelo coronavírus.
“Acredito que a organização para os locais de votação respeitaram e estimularam as medidas s de proteção contra a Covid-19, permitindo segurança, mesmo para a população de risco, na realização do ato democrático. Mesmo com as filas observamos cuidado e supervisão no cumprimento do distanciamento social”, afirma.
A reportagem pergunta ao médico quais os cuidados que o eleitor deve ter no deslocamento e na seção eleitoral. “Usar máscaras a todo momento ao sair de casa, levar sua própria caneta e álcool gel para higienização das mãos após tocar em superfícies desconhecidas e antes de levar a mão ao rosto, manter o distanciamento social de pelo menos 1,5m nos locais onde possa haver aglomeração como no transporte público e nas filas; manter as janelas abertas em carros de aplicativos ou táxis; evitar permanecer em locais fechados com pouca circulação de ar dentro da seção eleitoral e evitar o contato físico”, explica Rodrigo Dantas, que atua na CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar) da Santa Casa de Maceió.
Segundo ele, o que não deveria ter se repetido nesse segundo turno são os atos políticos de comícios e carreatas de rua onde houve estímulos às aglomerações.
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