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COVID: RENAN FILHO E JHC SE REÚNEM PARA DEFINIR MEDIDAS

Governador adianta que o Estado ampliará leitos e estuda suspender cirurgias eletivas

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Pressionados pelos números crescentes de diagnósticos, vítimas fatais e ocupação de leitos destinados à Covid-19 passando dos 55%, o governo do Estado e a Prefeitura de Maceió se reuniram para decidir que não decidiriam fechar nada. É que além de impopular, a reação do setor produtivo, um dos mais afetados no ano passado poderia criar uma “onda” de rejeição. No caso do prefeito JHC (PSB), ainda maior porque foi ele quem acabou flexibilizando a presença de música ao vivo em bares e restaurantes. Justamente em atenção às cobranças dos empresários e diante da necessidade de criar alternativas para os turistas na alta temporada que começou no final do ano.

AVANÇO

O problema é que do ponto de vista sanitário a situação é preocupante porque a média de novos diagnósticos está entre 400 e 500 casos, com aproximadamente 10 mil aguardando resultado e o número de mortes beirando as 3 mil. E esses números preocupam o governador Renan Filho (MDB), que sabe do crescimento e o quanto impactam na rede de saúde. Mesmo com a oferta de leitos, hoje acima de 800 mas com 55% de ocupação, com mais de 100 pessoas na UTI. A reunião que contou com representantes da educação municipal e estadual serviu para as duas estruturas afinarem os discursos, que irão se intensificar quanto a prevenção. Porém, é uma preparação para caso a situação não seja contida e os casos continuam crescendo. “Nós vamos evitar, nesse primeiro momento, adotar medidas drásticas de fechamento da economia, mas vamos iniciar um processo de alerta para o cidadão e de intensificação de novas medidas para que a gente contenha o avanço da pandemia”, disse Renan Filho. O monitoramento e a possibilidade de fechamento de espaços públicos deve ocorrer conforme o comportamento da situação sanitária nos próximos 15 dias. Até lá, de forma permanente e contínua as autoridades estarão trocando informações.

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