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Política Cabo Bebeto vê com preocupação a situação de empresários dos setores de bares e restaurantes nessa pandemia

MUDANÇA EM DECRETO GERA CRÍTICAS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Deputado diz que não tem lógica manter bares e restaurantes fechados no fim de semana em todo o Estado

Por thiago gomes | Edição do dia 07/04/2021 - Matéria atualizada em 06/04/2021 às 22h31

A revisão do decreto governamental que pôs o Estado de Alagoas na fase vermelha do protocolo de distanciamento social controlado foi repercutida na sessão ordinária da Assembleia Legislativa dessa terça-feira (6). Apesar da flexibilização em alguns setores, teve parlamentar que considerou sem lógica a decisão do Governo em manter bares e restaurantes fechados aos fins de semana. Na avaliação do deputado estadual Cabo Bebeto (PTC), fechar estes estabelecimentos ao público aos sábados, domingos e feriados é o mesmo que ‘quebrar as pernas do empresário e oferecer a cada um deles a muleta’. “Não entendo os motivos que levaram o governador Renan Filho a liberar o funcionamento dos restaurantes e dos bares, de segunda a sexta, até as 16h, e mantê-los fechados nos fins de semana e feriados quando se controla a entrada das pessoas”, repercutiu o parlamentar na ALE. Pelo decreto atualizado na última segunda-feira (5), os estabelecimentos que vendem comidas ficam autorizados a funcionar apenas durante o dia para receber o público presencial. Nas modalidades “Pegue e Leve” e delivery podem atender as demandas normalmente, inclusive aos sábados e domingos. Apesar da permissão, bares e restaurantes só podem abrir com 50% da capacidade de lotação. O controle do acesso é de responsabilidade dos proprietários, com base nas regras sanitárias previstas no protocolo. O uso de máscaras é obrigatório, assim como a disponibilidade de locais para higienização das mãos. O deputado Cabo Bebeto tem sido bastante crítico em suas declarações quando se refere à edição dos decretos governamentais de enfrentamento à pandemia. É dele a autoria de um projeto de decreto legislativo que prevê a derrubada do toque de recolher (das 21h às 5h) e da restrição de público nas praias, lagoas e rios aos fins de semana. A matéria já foi lida em plenário, mas tramitará pelas comissões antes de ser avaliada pelos deputados. O parlamentar do PTC aproveitou a sessão dessa terça para reclamar do que classifica como subutilização do Hospital de Campanha Dr. Celso Tavares, no Centro de Convenções de Maceió. Segundo ele, a unidade de retaguarda está com ocupação mínima de leitos, mesmo cenário registrado no auge da primeira onda da pandemia, no ano passado. Bebeto diz que é dinheiro jogado fora.

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