loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Sarney e Jo�o Paulo n�o foram � 1� sess�o extra do Congresso

Ouvir
Compartilhar

Brasília - O presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), e o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), não estiveram presentes na sessão de abertura da convocação extraordinária do Congresso, que começou ontem e vai até o próximo dia 13 de fevereiro ao custo de R$ 50 milhões para a União. A cerimônia foi presidida pelo primeiro vice-presidente da Câmara, Inocêncio Oliveira (PFL-PE), que leu a mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocando o Legislativo. Um dos vice-líderes do governo na Câmara, professor Luizinho (PT-SP), afirmou que deverá haver ?poucos deputados? presentes à Câmara, uma vez que não são previstas sessões deliberativas no plenário, nem reuniões nas comissões permanentes. Escândalo João Paulo gerou um mal-estar no fim do ano passado quando classificou a convocação de ?escândalo? e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava ?errado?. Para o presidente da Câmara, os trabalhos em janeiro serão ?inócuos?, já que não haverá, segundo ele, tempo hábil para aprovar a ?PEC paralela? no período. Segundo o governo, a prioridade é aprovar as medidas provisórias que mudam as regras do setor elétrico e a ?PEC paralela?, proposta de emenda constitucional que atenua os efeitos da reforma da Previdência, promulgada em dezembro do ano passado. Na convocação, os deputados e senadores têm direito a receber, além do salário de R$ 12.720, mais dois extras. Pelo que determina o artigo 57 da Constituição, o Congresso se reúne, regularmente, entre os dias 15 de fevereiro e 30 de junho, e entre 1º de agosto e 15 de dezembro; o que garante férias de 90 dias a deputados e senadores. O líder do PT na Câmara, deputado Nelson Pellegrino (BA), disse que defenderá junto à bancada petista a redução dos prazos de tramitação da PEC Paralela da Previdência, para que seja votada ainda na convocação extraordinária do Congresso. Já o vice-líder do governo, deputado professor Luizinho (PT-SP), informou que mesmo trabalhando com maior rapidez não será possível votar a PEC Paralela da Previdência durante a convocação extraordinária porque existem prazos de tramitação de matéria que não podem ser encurtados.

Relacionadas