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PT quer votar pontos da reforma do Judici�rio

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São Paulo - O presidente nacional do PT, José Genoino, defendeu ontem a discussão e votação, durante a convocação extraordinária do Congresso, de pontos específicos da reforma do Judiciário, como o controle externo, a agilidade processual e as férias forenses. ?O que queremos votar no Senado são alguns pontos como o controle externo, a substituição das súmulas vinculadas pela súmula impeditiva de recursos, a questão das férias forenses para apenas um mês e a agilidade processual, que depende da Lei Orgânica da Magistratura?, disse Genoino. Segundo o dirigente, não há sentido dizer que falta debate sobre o tema, já que a reforma vem sendo discutida no Congresso há cerca de 10 anos. ?O debate que alguns membros do Judiciário estão fazendo não tem sentido porque a proposta de reforma foi amplamente discutida no Congresso durante quase 10 anos?, defendeu. Genoino avaliou que a convocação extraordinária do Congresso vai ajudar a votação de várias questões importantes para o País num ano legislativo mais curto em função das eleições municipais. Ele também defendeu a votação da proposta que reduz o recesso parlamentar, transformando-o em férias. ?O que ficar pendente da convocação será acelerado na pauta, a partir de fevereiro. O ano legislativo naturalmente, em 2004, será curto, vai até junho e julho e justifica a inclusão de alguns pontos. Acho também que deve ser votada a proposta de se reduzir o recesso parlamentar, transformando-o em férias que começam em 15 de dezembro e terminam em 15 de janeiro?, afirmou. Mercadante Já o líder do governo no Senado, Aloízio Mercadante (PT-SP), descartou a possibilidade de se tornar ministro na reforma a ser promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são da Agência Brasil. Segundo informações divulgadas na imprensa nos últimos dias, o nome do senador estava incluído entre os cotados para o superministério que concentraria as pastas da área social. ?Não sei por que incluíram meu nome??, disse o líder, ao afirmar que somente o presidente Lula anunciará a amplitude e os critérios da reforma ministerial. ?Sou líder do governo e permanecerei como líder. Meu papel é estar no Senado, e o governo tem várias opções para o cargo de ministro??, disse.

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