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PEC paralela n�o � prioridade governamental, diz vice-l�der

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Brasília ? O vice-líder do governo na Câmara, o deputado federal Professor Luizinho (PT-SP) afirmou ontem que a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) paralela não é uma das prioridades do governo Luiz Inácio Lula da Silva. A PEC parelela foi criada para reunir as modificações feitas no Senado e evitar que o texto original voltasse para a Câmara. Constava também na lista de propostas para ser votadas na convocação extraordinária do Congresso, enviada pelo presidente. ?Não está nas prioridades do governo (a PEC paralela). A prioridade do governo é o crescimento econômico, que passa pela aprovação do PPP [Parceria Público e Privado] e do projeto de biossegurança?, afirmou o deputado. Teto salarial Segundo Luizinho, somente após negociações na Câmara é que se pode saber quando a PEC paralela será votada e o que mudará no texto. O vice-líder apontou como uma das prováveis alterações a criação no texto de um teto para os salários dos congressistas. No Senado, foi retirada a expressão ?benefício de qualquer natureza? no capítulo que trata dos subtetos, permitindo que o salário dos deputados e senadores ultrapasse o teto fixado na reforma da Previdência aprovada em dezembro. A previsão de Luizinho é a de que nesta semana sejam votadas medidas provisórias que tratam do setor elétrico ?entre elas, a que regulamenta licitações-, e na próxima semana sejam analisados o PPP e o projeto de biossegurança. O deputado não citou quando a PEC paralela poderá ser votada. Parecer O relator da PEC paralela na Câmara, Maurício Rands (PT-PE), admitiu ontem que seu parecer possa ser apresentado na semana que vem ?estava marcado para esta quarta-feira (28).

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