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PMs e “seguran�as” refor�am prote��o de Ferro no hospital

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ARNALDO FERREIRA O temor de um novo atentado contra o deputado Cícero Ferro (PMDB) levou sua família e a Secretaria de Defesa Social a reforçarem a segurança do Hospital Arthur Ramos, em Maceió, onde o parlamentar está internado há quatro dias. Até ontem, Cícero Ferro estava em coma induzido na UTI do hospital, desde que foi baleado numa emboscada na manhã de sábado passado, no município de Minador do Negrão, a 168 quilômetros da capital. Entre oito e dez ?seguranças? particulares, arregimentados pela família do parlamentar, foram colocados em prontidão, dentro e fora do hospital, confirmaram médicos e funcionários do Arthur Ramos. Além do pessoal particular do deputado, há ainda duas guarnições de PMs trabalhando num esquema especial: uma patrulha fica perto da entrada da UTI onde o deputado está internado e outra circula na rua de acesso ao hospital. A maioria dos PMs usa coletes à prova de balas, munições e armas pesadas. O sargento PM Cláudio dos Santos, do 1º Batalhão, confirmou que ?há duas guarnições da PM e mais alguns homens da segurança particular do deputado reforçando a segurança?. Apesar da apreensão, a aparência é de tranqüilidade. ?Até o momento, não houve alteração?, assegurou o sargento Cláudio, que falou à GAZETA DE ALAGOAS ao lado de um dos ?seguranças? de Cícero Ferro. O motorista e primo de Cícero Ferro, José Maria Ferro, também ferido no atentado, recebeu alta segunda-feira e deixou o hospital. Cautela O secretário de Defesa Social, delegado Robervaldo Davino, confirmou, na tarde de ontem, o reforço no esquema de segurança do parlamentar e do hospital. ?Os procedimentos adotados fazem parte de medidas preventivas. Afinal de contas, no sábado, um deputado da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa escapou ferido de atentado a bala?, lembrou Davino, confirmando que o atentado tem como principal suspeito o fazendeiro José Nilton Cardoso Ferro, primo do deputado. ?Há rivalidade entre pessoas da mesma família Ferro, motivada pela disputa política, e a polícia precisa adotar medidas para garantir a segurança do deputado, como também das pessoas que trabalham no hospital Arthur Ramos?, frisou o secretário Robervaldo Davino.

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