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Política

CUT e Sinteal fazem ato de apoio � auditoria no Cefet

A investigação promovida por técnicos do Ministério da Educação (MEC), na gestão do diretor do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), Mário César Jucá, afastado por 60 dias do cargo, conta com o apoio da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores em Ed

Por | Edição do dia 05/02/2004 - Matéria atualizada em 05/02/2004 às 00h00

A investigação promovida por técnicos do Ministério da Educação (MEC), na gestão do diretor do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), Mário César Jucá, afastado por 60 dias do cargo, conta com o apoio da CUT e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal). Ontem, as duas entidades realizaram uma panfletagem na porta do Cefet, no Poço, para dar apoio ao trabalho dos técnicos, que, desde segunda-feira, analisam denúncias de contratos irregulares com empresas terceirizadas, cobrança de mensalidades e problemas em convênios mantidos pela entidade. O ato na porta da escola contou também com a presença do deputado estadual Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT). Segundo ele, a movimentação teve o objetivo de mostrar para a comunidade da escola que, de fato, a direção está sendo investigada. “Como os técnicos trabalham com discrição - o que é fundamental - a direção tenta passar a imagem de que nada está acontecendo. Além disso, tomamos conhecimento de uma reunião ocorrida na segunda-feira, dentro da escola, onde o diretor afastado tentou diminuir a importância das denúncias. Mas o próprio afastamento dele [Jucá] já é um indício forte de irregularidades”, argumentou o deputado. Paulão disse, ainda, que a panfletagem também teve o objetivo de mobilizar estudantes e funcionários a fazerem novas denúncias. “É importante que, se existirem mais irregularidades, elas venham à tona. Caso existam, resultarão em novos procedimentos administrativos”, finalizou o deputado, dizendo que tem informações de que Jucá, mesmo afastado, não sai de dentro da instituição. O diretor afastado, Mário César Jucá, considerou o ato uma “demonstração clara” de que as denúncias contra sua gestão são de “natureza política”. Segundo ele, os técnicos do ministério ainda não estiveram no Cefet, nem mantiveram contato com a direção em exercício. Ontem, existia a expectativa de que isso possa acontecer hoje. (MR)

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