loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Pol�cia quer prender vereador

Ouvir
Compartilhar

A Polícia Civil vai pedir a prisão do presidente da Câmara Municipal de Minador do Negrão, Jacó Cardoso Ferro, um dos nomes que entraram por último na lista dos principais suspeitos no atentado contra o deputado Cícero Ferro. Ele foi reconhecido pelo motorista José Maria Ferro, primo do deputado e que também escapou de morrer nas emboscadas. ?Qualquer pessoa que for apontada como tendo participado do atentado contra a vida do deputado terá o pedido de prisão feito pela polícia. Essa é a orientação geral para a investigação do caso?, disse ontem o delegado Mário Jorge Marinho. Na última segunda-feira, quando prestou um segundo depoimento ao delegado Rosivaldo Vilar, o motorista José Maria Ferro citou, além do nome de Jacó Ferro, um outro pistoleiro que ele também reconheceu na madrugada das emboscadas, mas que não havia se lembrado de citar quando foi ouvido pela polícia no hospital. O delegado Rosivaldo Vilar disse que não poderia revelar a identidade desse suposto pistoleiro, mas o motorista José Maria revelou esse nome na entrevista exclusiva que deu à GAZETA, no dia primeiro de fevereiro. Ele sabe apenas que o primeiro nome é Moacir. Se a Justiça acatar o pedido de prisão contra Jacó Ferro e Moacir, serão sete os procurados pela polícia com prisão decretada. Os outros cinco são o fazendeiro José Nilton Cardoso Ferro, dois filhos e dois sobrinhos dele. José Nilton e Jacó Ferro passam a ser os dois principais suspeitos de planejar e executar o atentado contra o deputado Cícero Ferro. A motivação para a tentativa de assassinato seria uma disputa política na região. Negociação O fazendeiro José Nilton teria feito chegar à polícia seu desejo de se entregar, mas impôs uma condição: a anulação do decreto de prisão contra ele. A polícia não admite a negociação. O delegado Mário Jorge Marinho disse que isso não chegou, oficialmente, ao conhecimento da investigação do caso. ?A polícia desconhece essa negociação e continua à procura dos suspeitos, dentro e fora de Alagoas?, disse o delegado. ?A busca é intensa e vai permanecer, mas envolve um trabalho melindroso, de muita pesquisa e paciência. Temos que checar todo tipo de informação com muito cuidado para não cometer erros?, acrescentou o delegado. O prazo inicial do inquérito termina em primeiro de março, quando o atentado completa um mês.

Relacionadas