Política
SINDICATO DENUNCIA ABANDONO DA SANTA MÔNICA APÓS CHUVAS AILTON CRUZ Mesmo com reformas constantes, Santa Mônica ainda sofre com goteiras e risco de curtos-circuitos REGINA CARVALHO REPÓRTER O Sindicato dos trabalhadores da Saúde, Previdência, Seguro Social e Assistência Social (Sinprev/AL) denunciou, em seu portal na internet, a falta de estrutura na Maternidade Santa Mônica, em Maceió, hospital que é referência no atendimento a gestantes de alto risco no estado. As chuvas da primeira quinzena d
Mesmo com reformas constantes, Santa Mônica ainda sofre com goteiras e risco de curtos-circuitos


O Sindicato dos trabalhadores da Saúde, Previdência, Seguro Social e Assistência Social (Sinprev/AL) denunciou, em seu portal na internet, a falta de estrutura na Maternidade Santa Mônica, em Maceió, hospital que é referência no atendimento a gestantes de alto risco no estado.
As chuvas da primeira quinzena de abril causaram transtornos na unidade, segundo a entidade, que cobra posicionamento do governo do Estado para sanar os problemas que afetam funcionários e pacientes.
“Novamente a Maternidade Santa Mônica, em Alagoas, sofre com a chuva que caiu e mais uma vez revela o caos permanente da saúde no governo Renan Filho. Desta vez as chuvas que atingiram Maceió, no domingo (11/abril/2021), causaram transtornos aos pacientes e funcionários da Maternidade Escola Santa Mônica, que mesmo com reformas consecutivas não consegue resolver, ao que parece, uma doença estrutural crônica”, denuncia o Sindprev.
Imagens veiculadas pelo Sindprev/AL mostram uma enfermaria alagada com infiltração que escorre pelas lâmpadas. “Com o risco de um curto-circuito no local, algumas mães internadas, puérperas e gestantes, precisaram ser retiradas da enfermaria para não serem atingidas pelas goteiras”, informa a entidade. Em nota, a assessoria da Maternidade Santa Mônica informou que “sobre as intercorrências apontadas pela imprensa por ocasião da forte chuva que atingiu Maceió no dia 11 de abril, a direção da Maternidade Escola Santa Mônica confirma os transtornos enfrentados e ressalta que a equipe de manutenção atuou de imediato e já realizou as correções necessárias”. Neste momento, diz a assessoria, a gestão aproveita para tranquilizar a sociedade alagoana, pois não houve nenhum tipo de comprometimento à assistência prestada aos bebês, gestantes e puérperas na ocasião citada..