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Política

MP APURA SE EX-PREFEITO FUROU FILA DA VACINA THIAGO GOMES REPÓRTER Um inquérito instaurado no Ministério Público de Alagoas (MPAL) apura a denúncia de que o ex-prefeito de Cajueiro, Antônio Palmery Melo Neto, furou a fila da vacinação contra a Covid-19. Segundo o promotor Ary de Medeiros Lages Filho, a aplicação teria sido feita no dia 23 de março de 2021, no município de Passo de Camaragibe, no Litoral Norte de Alagoas. A investigação, cuja portaria está publicada na edição desta segunda-feira

Um inquérito instaurado no Ministério Público de Alagoas (MPAL) apura a denúncia de que o ex-prefeito de Cajueiro, Antônio Palmery Melo Neto, furou a fila da vacinação contra a Covid-19. Segundo o promotor Ary de Medeiros Lages Filho, a aplicação teria si

Por thiago gomes | Edição do dia 11/05/2021 - Matéria atualizada em 11/05/2021 às 04h00

Um inquérito instaurado no Ministério Público de Alagoas (MPAL) apura a denúncia de que o ex-prefeito de Cajueiro, Antônio Palmery Melo Neto, furou a fila da vacinação contra a Covid-19. Segundo o promotor Ary de Medeiros Lages Filho, a aplicação teria sido feita no dia 23 de março de 2021, no município de Passo de Camaragibe, no Litoral Norte de Alagoas.

A investigação, cuja portaria está publicada na edição desta segunda-feira (10), do Diário Oficial Eletrônico do MPAL, foi aberta com base em informações repassadas ao órgão ministerial pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Passo de Camaragibe.

Um procedimento preliminar já tinha sido instaurado pelo promotor após a denúncia, mas havia a necessidade de ouvir outras testemunhas e providenciar novas diligências, no sentido de confirmar ou não se a irregularidade foi cometida. De acordo com o promotor Ary de Medeiros, o ex-prefeito de Cajueiro estaria fora dos grupos prioritários para receber as doses do imunizante contra o coronavírus no dia em que a secretaria confirmou a aplicação. Além disso, Palmery Neto não reside em Passo de Camaragibe. O membro ministerial, titular da Promotoria de Justiça de Passo do Camaragibe, entende como absurda a ação, em caso de comprovação. “Existem duas situações graves nesse sentido, a primeira é o descumprimento do plano de vacinação, atropelando as prioridades. Há muita gente sob expectativa, querendo tomar a vacina, e têm de aguardar, porque há critérios. Em segundo lugar, o cidadão não reside na cidade, não poderia jamais se beneficiar com dose da vacina que deveria ser aplicada, exclusivamente, em um munícipe. Então, instaurei inquérito civil para averiguar o que ocorreu, de fato, caso comprovado, o Ministério Público adotará as medidas cabíveis”, afirma o promotor Ary Lages Filho. A Gazeta não conseguiu contato com o ex-prefeito..

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