Política
JÓ DEFENDE DIREITO DA GESTANTE À INFORMAÇÃo DA REDAÇÃO COM ASSESSORIA Na sessão desta terça-feira (11), na Assembleia Legislativa, a deputada Jó Pereira repercutiu a audiência pública híbrida que discutiu, na tarde de ontem (10), o projeto de lei visando garantir às gestantes a possibilidade de optar pela cesariana a partir da 39ª semana de gestação, bem como a analgesia, mesmo quando escolher o parto normal. A matéria, de autoria do deputado Galba Novaes, está sob a relatoria de Jó na Comissão
Na sessão desta terça-feira (11), na Assembleia Legislativa, a deputada Jó Pereira repercutiu a audiência pública híbrida que discutiu, na tarde de ontem (10), o projeto de lei visando garantir às gestantes a possibilidade de optar pela cesariana a partir da 39ª semana de gestação, bem como a analgesia, mesmo quando escolher o parto normal. A matéria, de autoria do deputado Galba Novaes, está sob a relatoria de Jó na Comissão da Criança e do Adolescente, Família e Direitos da Mulher.
“Infelizmente, em pleno século 21, ainda estamos engatinhando no sentido de dar assistência devida a essa mulher em um momento extremamente importante de sua vida. Enquanto relatora do projeto a decisão não será outra a não ser prestigiar o planejamento, a ciência e o fortalecimento da atenção básica”, afirmou a deputada, reforçando que a proposta será discutida amplamente e conjuntamente, para que seja entregue ao Plenário um PL que contemple as amplas visões da sociedade, prestigie a atenção básica e garanta às mulheres as condições necessárias na hora do parto.
A parlamentar aproveitou a ocasião para solicitar à presidência da Casa que cobre do Governo do Estado o cumprimento da Lei do Parto Humanizado, de sua autoria. “A lei garante que a gestante tenha acesso à informação, consiga acompanhamento durante o trabalho de parto, acesso a analgesia no parto normal, entre outros pontos. Tudo isso é muito importante no sentido de dar a nós, mulheres, o direito a um parto com dignidade, saudável e extremamente assistido, mas não vem sendo atendido, principalmente pelas casas maternais e hospitais que têm contratualização com o Sistema Único de Saúde”, reforçou.
Antes de Jó, o autor do projeto de lei, deputado Galba Novaes, e a presidente da Comissão da Mulher, deputada Fátima Canuto, também pontuaram a importância da audiência pública de ontem em debater o assunto.