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Cadeira de Ferro continua vazia e deputado n�o abre para suplente

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Ainda continua indefinida a data em que o deputado Cícero Ferro (PMDB) reassumirá suas funções na Assembléia Legislativa (ALE). Na verdade, o deputado quer reassumir, mas os médicos recomendam repouso. Ferro avisa que não vai tirar os 120 dias de licença, como prevê o regimento interno do Legislativo, informou, ontem, o assessor de imprensa da ALE, jornalista Roberto Lopes. Cícero Ferro é segundo secretário da mesa diretora da assembléia. Se o deputado não reassumir, sua cadeira será ocupada pela segunda suplente, deputada Lucila Toledo (PTB). O primeiro suplente é o deputado Antônio Hollanda (PTB), que hoje ocupa a cadeira do deputado Gervásio Raimundo (PTB), que tirou 120 dias de licença. Ferro está afastado das funções políticas desde primeiro de fevereiro passado, quando, junto com seu motorista, José Maria Ferro, escapou de duas emboscadas supostamente comandadas por seu primo e adversário político José Nilton Cardoso Ferro. Os atentados ocorreram na cidade de Minador do Negrão (distante 169 quilômetros de Maceió). A polícia contabilizou que os pistoleiros deram 165 tiros de diversos calibres na caminhonete do deputado. José Maria foi atingido por três tiros e está fora de perigo. O deputado foi alvejado com tiros na cabeça, no rosto, tórax e pernas, chegou a ficar internado em coma induzido por três semanas e hoje, segundo sua assessoria, está inquieto em casa porque não vê a hora de volta a trabalhar. A polícia continua caçando o fazendeiro José Nilton e mais seis acusados de participar do crime, em cumprimento a um mandado de prisão provisória. (AF)

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