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Política

PLANEJAMENTO E SAÚDE SILENCIAM SOBRE DADOS

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Por arnaldo ferreira | Edição do dia 12/06/2021 - Matéria atualizada em 12/06/2021 às 04h00

A Gazeta encaminhou pergunta a para a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio a respeito dos impactos do coronavírus no quadro funcional do executivo estadual e até o fechamento desta edição não obteve respostas. Eis as perguntas: Quantos servidores têm no quadro do funcionalismo ativo do executivo estadual? E inativos? Quanto custa a folha salarial dos servidores ativos e inativos? Em que condições o funcionalismo público estadual trabalha em meio à pandemia nesta terceira onda da pandemia? Quais os setores estão em home office? Quantos trabalham remotamente em sistema home office? Quantos trabalham de forma presencial? E nos dois sistemas híbrido e presencial? Quantos servidores foram contaminados e quantos faleceram vítimas da Covid 19? Quantos estão na linha de frente, como fiscais, motoristas, assessores etc.? Quantos já pediram licença por causa do coronavírus? Os que trabalham remotamente recebem alguma gratificação extra? É possível definir o volume dos prejuízos financeiros causados pela pandemia no quadro funcional? Setores de atendimento e prestação de serviços públicos como “Já” e pastas como Detran e outros foram afetados de que forma? Como são garantidos a prestação de serviços ao contribuinte? Quais as orientações para consumidores de serviços do estado e ao funcionalismo?

SESAU

Também questionamos a Secretaria de Estado da Saúde. Eis as perguntas: Secretário Alexandre Ayres entre as pessoas contaminadas pelo coronavírus em Alagoas é possível identificar quantos são servidores públicos estaduais e municipais? Entre as vítimas fatais quantos eram servidores estaduais e municipais? É possível definir por categorias de servidores? Entre os servidores quais ou qual a categoria mais afetada? Diante da iminência de uma provável terceira onda de contaminação qual a recomendação para os servidores da linha de frente e gestores públicos.

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