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CONTRATO DA COVAXIN DEVE SER CANCELADO

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Brasília, DF - O governo do presidente Jair Bolsonaro estuda cancelar o contrato assinado com a Precisa Medicamentos em fevereiro para obter 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin, produzida pela Bharat Biotech. A avaliação ocorre no momento em que avançam as investigações a respeito de indícios de irregularidades no acordo. O cancelamento do contrato passou a ser discutido em vários setores do Ministério da Saúde e já chegou ao conhecimento da Casa Civil, no Palácio do Planalto. Uma das possibilidades é rescindir o acordo em razão do atraso na entrega das unidades contratadas e também da falta de previsão da chegada do imunizante ao Brasil. Outra hipótese é que não haja assinatura do termo de compromisso exigido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com condições para importação de parte das doses. As alternativas são debatidas com a consultoria jurídica, departamento de integridade e área técnica da Saúde. Uma reunião para discutir o tema foi realizada na quarta-feira (23), mas ainda sem definição. A avaliação inicial, porém, é deixar o contrato em banho-maria, sem que haja esforço para importação dos 4 milhões de doses iniciais alvo de autorização condicional da Anvisa. As irregularidades foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo.

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