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EX-SECRETÁRIO DE MACEIÓ É CONVOCADO A DEPOR NA CPI DA COVID

Médico Adeilson Cavalcante atuou na gestão do então prefeito Cícero Almeida e no âmbito federal, no Ministério da Saúde, em 2018

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Convocação de Loureiro consta na lista de 21 pessoas, que incluem ainda o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros
Convocação de Loureiro consta na lista de 21 pessoas, que incluem ainda o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros -

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado aprovou, nesta quarta-feira (30), a convocação do médico Adeilson Loureiro Cavalcante, que atuou como secretário de Saúde de Maceió na gestão do então prefeito Cícero Almeida e no âmbito federal, no Ministério da Saúde em 2018. A convocação de Adeilson Loureiro consta na lista de 21 pessoas, que incluem ainda o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), e o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias. Ainda de acordo com o cronograma aprovado ontem, segundo a Agência Brasil, o deputado Luís Miranda voltará à CPI na próxima terça-feira (6). Desta vez, em reunião secreta do colegiado, deverá dar detalhes aos senadores sobre uma afirmação feita por ele, à revista Crusoé, de que teria recebido proposta de propina para não atrapalhar as negociações para a compra da vacina Covaxin. Hoje (1º) será a vez de o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Emerson Maximiano, ser ouvido pela CPI. A empresa é a intermediária entre o governo federal e o laboratório indiano Bharat Biotech na aquisição da Covaxin. Amanhã (2), está marcada a oitiva de Luiz Paulo Dominguetti, da Davati Medical Supply. Foi ele que falou ao jornal Folha de S. Paulo sobre a suposta cobrança de propina para a compra de vacinas por parte do governo federal. Dominguetti disse que apresentou proposta para vender a vacina AstraZeneca por US$ 3,50 a dose, e pediu propina de US$ 1 por dose.

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