Política
JHC SOLICITA R$ 3 MILHÕES PARA ASSISTÊNCIA SOCIAL E 70 MIL CESTAS BÁSICAS
Prefeito de Maceió esteve em Brasília para fazer pedido junto ao Ministério da Cidadania
O prefeito JHC foi a Brasília (DF) para solicitar mais de R$ 3 milhões e 70 mil cestas básicas, visando beneficiar os maceioenses em vulnerabilidade social. As solicitações foram feitas junto ao Ministério da Cidadania, na última quarta-feira (18).
“Estive em Brasília para solicitar ao Ministério da Cidadania, através do ministro João Roma, recursos para a Secretaria de Assistência Social. Com esse auxílio, vamos beneficiar diversas famílias que vivem em vulnerabilidade social na nossa capital. Nosso objetivo é garantir a alimentação desses maceioenses que tiveram suas condições de sobrevivência ainda mais agravada devido à pandemia da Covid-19”, explicou o gestor.
Com o recurso de R$ 3 milhões, a Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria de Assistência Social, irá investir nos prédios das unidades socioassistenciais de Maceió, para melhorar os equipamentos e garantir a continuidade dos serviços oferecidos pelo órgão, tendo em vista que alguns tiveram suas atividades interrompidas pela pandemia.
CAMPANHA
E como parte da campanha Agosto Lilás para a consolidação da Lei Maria da Penha na capital alagoana, a Prefeitura de Maceió utiliza o “Violentômetro”. O material está disponível em uma cartilha, intitulada “É sobre salvar mulheres”. A iniciativa busca prevenir, através do acesso à informação, que mais mulheres sejam vítimas de violência em Maceió. O “Violentômetro” consiste em três estágios de atenção, são eles: Fique atenta, a violência está presente; Reaja! Denuncie e peça ajuda; e Vida em perigo. Em cada um deles, estão exemplos de situações que se enquadram nessas categorias. As mulheres vítimas de violência precisam do apoio familiar, social e da rede de atendimento disponibilizada pelo poder público. Para se fortalecer, apesar dos sentimentos de medo, vergonha e até culpa, é fundamental que cada mulher tenha por perto pessoas de sua confiança e conhecimento dos serviços disponibilizados. “Na maioria dos casos, essas vítimas não têm dimensão de que estão sofrendo algum tipo de violência e, em outros, estão muito fragilizadas e dominadas pelo agressor. Nem sempre começa num tapa, existem diversos sinais que servem de alerta e queremos lançar luz a cada um deles. Muitas mulheres precisam de ajuda para procurar ajuda, e essa responsabilidade também é do Município”, pontuou Ana Paula Mendes, coordenadora do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres. Neste primeiro momento, foram impressas 5 mil cartilhas, que serão entregues à população através de ações nas ruas; na Casa da Mulher, localizada na Praça Sinimbu, Centro; equipamentos da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), como Centro de Referência de Assistência Social.