Política
UNCISAL É ACUSADA DE NÃO PAGAR PRESTADORES DE SERVIÇOS
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Uma investigação aberta pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL) vai averiguar a procedência da informação de que a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) não pagou, durante três meses, o salário de vigilantes, prestadores de serviços gerais e profissionais que atuam em atividades temporárias.
O pedido de providências neste sentido foi encaminhado pelo deputado estadual Cabo Bebeto (PTC), dando conta de supostas irregularidades.
A responsabilidade pela apuração é da promotora Gilcele Dâmaso de Almeida Lima, da 20ª Promotora de Justiça da Capital. Ela publicou uma portaria, na edição desta quarta-feira (1º), contendo a instauração de um procedimento preparatório.
Uma notícia de fato já tinha sido aberta pelo MPAL, mas o prazo esgotou somente com a comprovação, pela Uncisal, dos pagamentos feitos aos vigilantes e prestadores de serviços gerais. A universidade não informou se pagou os profissionais contratados para atuação em atividades temporárias.
Em nota, a Uncisal informou o seguinte: “A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) informa que os pagamentos às empresas prestadoras de serviço à instituição são realizados dentro do prazo legal e ressalta que não há atrasos no depósito desses valores.
A empresa VAP, responsável pelos serviços, atua por meio de uma liminar e o processo de pagamento ocorre de forma indenizatória, seguindo as regras da súmula 42/2018 da Procuradoria Geral do Estado PGE-AL, com rito processual estimado em até 60 dias a contar da data que o fornecedor faz o requerimento de pagamento.
A universidade esclarece ainda que pagamento referente aos salários dos funcionários contratados pela empresa VAP é de responsabilidade da própria empresa, que deve realizá-los nos prazos estipulados por lei”.