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CONSELHO ACIONA CORREGEDORIA DA PM PARA APURAR MORTE DE SARGENTO

Policiais do 5º e do 8º BPM, que participaram da ação na tentativa de conter militar, relataram que a vítima tentou agredir a guarnição

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Imagem ilustrativa da imagem CONSELHO ACIONA CORREGEDORIA DA PM PARA APURAR MORTE DE SARGENTO
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Com detalhes da morte do sargento Alessandro Oleszko que ainda precisam ser esclarecidos, o presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, promotor Magno Alexandre Moura, acionou a corregedoria da Polícia Militar, que se comprometeu abrir procedimento para investigar o caso. As informações são de que a vítima levou um tiro na perna durante surto psicótico, após tentar agredir os colegas de farda. O 3º sargento atuava no 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e estava afastado das funções por causa de transtornos mentais. Na noite da última segunda-feira (11), policiais foram acionados ao município de Rio Largo, onde Oleszko parecia descontrolado.

Policiais militares do 5º e do 8º BPM participaram da ação na tentativa de contê-lo e relataram que a vítima tentou agredir a guarnição utilizando facas. Alessandro foi baleado na perna esquerda, chegou a ser socorrido ao Hospital Geral do Estado, mas não resistiu e morreu. “O que precisa ser esclarecido é por que foi necessário o uso de arma letal para conter o sargento. Não poderia ter sido feito de outra forma?”, questiona o promotor.

A filha de Oleszko concedeu uma entrevista e pôs em xeque a conduta dos policiais militares durante a ocorrência. Caroline Oleszko e a madrasta devem prestar depoimento sobre o caso hoje. À TV Gazeta, Caroline contou que o pai estava sob efeito de remédios e relatou trechos do momento em que o pai foi baleado. "Ele tava uma pessoa vulnerável. Quem quisesse fazer alguma coisa, fazia o que queria com ele. Se tivesse dado um empurrão no meu pai, ele caía. No momento, minha madrasta entrou para dentro da casa da vizinha. A vizinha viu a situação e chamou ela (sic)." Ela questionou a conduta dos militares ao relatar que a madrasta encontrou Alessandro desacordado no chão. "Quando ela chegou perto, viu que meu pai estava deitado para baixo, com a cara no chão, desacordado. Ela foi abraçar ele algemado. Ele tinha acabado de levar um tiro. Foi algemado com um tiro e desacordado. Por que algemar uma pessoa que acabou de levar um tiro e caiu no chão?".

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